Saiba mais sobre os distúrbios do sono

O Distúrbio do sono é basicamente toda alteração na capacidade de dormir adequadamente, ele impacta diretamente na qualidade de vida, na produtividade e nas relações sociais, familiares e pessoais de cada indivíduo. 

Os principais distúrbios são: alteração da fase de ciclo circadiano, insônia e apneia. As causas podem ser desde motivos orgânicos, como por exemplo, obesidade e distúrbios respiratórios, até mesmo transtornos emocionais, como depressão e ansiedade. O transtorno pode acometer homens e mulheres, em qualquer faixa etária. 

De acordo com a Dra. Nancy, neurologista clínica do Instituto do Cérebro e Coluna de Guarulhos (ICC Guarulhos), a apneia não é considerada o distúrbio do sono mais grave. “Mas, se não tratada ou em casos de fatores de risco cardiovasculares associados, pode sim aumentar o risco de hipertensão, infarto e derrame”, alerta a especialista.

Os principais sintomas relatados pelos pacientes são: cansaço, dor de cabeça, esquecimento, falta de atenção, mau humor, irritabilidade, redução da produtividade, dificuldade de aprendizagem, fadiga, desânimo e pesadelos, já o ronco e a insônia pode estar ou não relacionados aos distúrbios do sono. 

Paralelamente a isso, os sintomas assintomáticos, precisam ser levados em consideração. E, em caso de persistência, o paciente deve procurar um profissional.

O conteúdo dos sonhos pode revelar alguns distúrbios do sono, por meio de sonhos desagradáveis, tensos ou com associação a morte e sofrimento. Mas, nem todos transtornos do sonho são acompanhados de sonhos ruins.

O diagnóstico é feito por meio de um conjunto de diferentes parâmetros clínicos e laboratoriais. 

O tratamento depende de cada tipo de distúrbio. Alguns exigem medidas comportamentais, como: correção no estilo de vida, na composição corpórea e na higiene do sono. E também pode ser utilizado o uso de aparelhos e equipamentos intraorais ou até mesmo o uso de medicamentos. 

Contudo, o uso de remédios para dormir pode trazer algumas consequências, por exemplo, a dependência química e possibilidades de declínio cognitivo a longo prazo. Mas, por outro lado há medicamentos que não causam nenhum efeito colateral, nem a longo prazo. “Por isso procure um médico competente para realizar o diagnóstico correto e fornecer um tratamento eficaz sem causar consequências indesejáveis” finaliza a Dra. Nancy.

 

Fonte: Comunica – Assessoria em Comunicação 

 

 
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